sexta-feira, 27 de março de 2009

Blogs & Marcas

Feliz 2009 gente. Para os que nem lembravam que esse blog existia, vai a notícia: voltei.

Estava experenciando Barcelona e tem sido tão intenso que minha mente estava um tanto quanto nebulosa para administrar tanta informação nova. Prometo que nos próximos dias contarei coisinhas interessantes de Paris, Berlin e Veneza.

Agora está caindo a ficha de que o tempo vem passando muy, pero muy rápido e portanto, preciso deixar algo registrado por aqui. Pra começar, que tal fatos dessa semana?

Nessa quinta-feira rolou aqui em BCN o encontro do Cava & Twitts sobre Blogs & Marcas. Apesar de rápido - a "mesa redonda" durou uma hora, foi interessante observar como o assunto gerou certa polêmica em relação aos posts patrocinados para multiplicar a opinião sobre um produto, mesmo que de forma transparente. Para quem não está habituado com o tema, geralmente um blogger recebe um produto para experimentá-lo e logo "opinar" sobre ele em seu blog. A autenticidade era questionada pelo fato de que a experiência de um blogger e um consumidor é diferente, e portanto, não poderia ser comparada.


Participavam da conversa Eduard Corral da Bloguzz e Sven Mulfinger da trnd , agências que realizam campanhas de Word of Mouth através de trendsetters na web. Legitimando suas ações, Corral afirmou ter negado algumas campanhas porque clientes não aceitavam o fato de que um blogger poderia opinar negativamente sobre seus produtos. Sven Mulfinger também comentava que, se um produto é ruim, melhor que siga para os meios convencionais.


Que os meios convencionais estão cheios de jabás não é novidade e com os grandes blogs não seria diferente - mas a transparência é a diferença nesse caso, e as campanhas "éticas" seguem as "regras" da word of mouth association.


Segundo os convidados, as empresas que se escondem através de personagens fictícios na web ou utiliza meios não transparentes de influencia acabam sendo desmascaradas, já que este não é um meio totalmente mainstream. Vale lembrar que ano passado empresas como Coca-Cola, Sony, Wal-Mart e L`óreal já tiveram dores-de-cabeça judiciais com falsos blogs.

E aí: onde começa e onde termina a linha imaginária da ética na web?

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Falsos ídolos

A beleza realmente está nos olhos de quem vê. E pelo jeito muitos a enxergam nas obras de Damien Hirst, artista inglês mais rico do Reino Unido e membro do BritArt, que hoje arrecadou 140 milhões de euros leiloando suas "obras" de animais dissecados em tanques de formol. Ironicamente, uma de suas peças dissecadas, The Golden Calf - um "milionário" bezerro vendido a 13 milhões de euros - traz a seguinte frase: "Não adorais falsos ídolos!".

Mais triste que a própria imaginação de Hirst está a atitude de quem paga milhões por animais mortos achando que é arte. Queria saber o que se passa na cabeça dessas pessoas. Segundo comentário de Márcia Fortes para a Folha, Hirst adorava dizer no início dos 90: "I can´t wait to get the point where I can make really shit work and sell it for lots of money". Pois é, o momento está aí. Será que não tá bom explorar outras áreas, como desenhar jeans para a Levi´s?

Onde está a graça de envolver animais "em nome da arte"? Mês passado foi a vez do belga Wim Delvoye expor porcos tatuados. Ele foi probido de expor na Bélgica, mas acabou levando a exposição ArtFarm para a China, claro. Eles serão vendidos depois pra quem quiser comprar e então se exibir, adotar como animal doméstico, se divertir ou matar quando não quiser mais. Vale relembrar o caso do Guillermo Vargas Habacuc exibindo o cachorro até a morte na Costa Rica ano passado. Mesmo quem foi lá e assistiu não fez nada! Só depois rolou um abaixo-assinado na internet, mas ao que tudo indica, apesar de controvérsias, o animal morreu mesmo.
Até dá pra entender alguém pagar um par de sapatos na Daslú equivalente ao preço de dois jet-skys e todo o universo premium envolvido em itens de luxo, porque existe um conceito atrás desses produtos... Mas qual é a graça em expor a vida alheia, sem consentimento ou respeito?

O pior é que tirando essa palhaçada com os animais, esses caras têm trabalhos legais - tirando o costa-riquenho, que não conheço e nem quero conhecer - principalmente o Wim Delvoye, cujo site é super lúdico e cheio de coisinhas interessantes, recomendo a visita. Só não os porquinhos.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Bye bye, geração Dawson

Meus 25 anos estão chegando e acho que estou começando a entrar na crise de "1/4 idade", ou, segundo os psicólogos, estou vivendo meus Anos de Odisséia - kakaka. Parei pra prestar atenção e a maior parte dos meus vídeos e músicas preferidas são da década de 80 e 90. A Britney não é mais a mesma, a Katie Holmes (eterna Joey) teve filha com o Tom Cruise e é uma mulher séria, a Madonna fez 50 anos - e há mais de uma década os Backstreetboys e o N´Sync emplacaram seus sucessos. Além disso, a partir do próximo ano, farei parte do grupo que usa cremes anti-sinais, o 25+.

São engraçados esses sentimentos coletivos compartilhados por uma mesma geração. Nunca recebi tantos emails nostálgicos. Meus amigos de infância estão brotando do nada - sugerindo reencontros após 10 anos. Maravilha! Mas o que será que está por trás disso tudo? Uma mistura de saudade e nostalgia? A diferença entre os dois sentimentos é que a saudade passa com o tempo, e a nostalgia permanece - talvez como uma força involuntária que te faz querer "guardar" o que passou pra sempre.

Vale lembrar a quantidade de produtos vintage que podemos observar hoje. Nunca se viu tanta inspiração retrô, seja em eletrodomésticos, moda, design, música e afins. Segundo pesquisa divulgada há duas semanas atrás pela Folha (desculpe, mas o conteúdo em questão - caderno Vitrine - não está disponível online), o consumidor está rejeitando tudo o que é "contemporâneo", fazendo com que empresas cada vez mais apontem soluções com referências do passado, como por exemplo, uma televisão de plasma com design antigo.

Pensando sobre o assunto, lembrei do Museu da Pessoa, que contém um acervo de depoimentos de pessoas que quiseram deixar suas vidas registradas para a posteridade. Muita gente já deve conhecer. Eu tinha visto uma reportagem sobre eles na televisão já faz um tempinho, mas nunca tinha entrado no site. A idéia surgiu em 1991 e está disponível pra todo mundo. Só não aprendi ainda a filtrar os depoimentos além de ordem alfabética. Como disse em entrevista Karen Worcmam, idealizadora do projeto,"imagine se você quiser saber os sonhos das mulheres da década de 30. Pelo nosso acervo, você consegue". Já pensou? Justamente nesses nossos tempos nostálgicos? Provavelmente aparecerão vários insights para quem se aventurar.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Perfil digital, queimação total?

Essa semana foi bem chatinha. Arranquei os dois últimos sisos que faltavam e estou de molho em casa. Não fui até o Ibirapuera ver a exposição da Bossa Nova, nem a do Duchamp, nem ao menos fui à academia. Mas por outro lado, quinta-feira passada encontrei a Orlan - sim, a mesma do post abaixo. Foi um encontro surreal no aeroporto de Congonhas, ela e o assessor entrando no táxi na mesma calçada que eu. Os dois com cabelos à la Volverine. Queria até ter trocado uma idéia, pelo menos um "Ça va?!", mas estava tão atrasada (pra variar) que tive que sair correndo pra não perder a minha viagem.

Não estive nada inspirada essa semana e peço desculpas pela falta de novidade. Mas uma coisa realmente me "broxou". Em uma de minhas fuçadas nos blogs alheios, vi um post no odesblog, que comentava uma matéria do Fantástico sobre a "Família do futuro" no Brasil. Porém, logo que entrei no site global me chamou atenção uma outra matéria, cujo título dizia: Perfil digital pode prejudicar carreira profissional. Como vocês podem imaginar, a matéria menciona que as comunidades do orkut podem te atrapalhar na hora de concorrer a alguma vaga de trabalho, e que cada vez mais as empresas de recursos humanos avaliam os perfis digitais para auxiliar seus processos seletivos. Tudo bem, nada de novo - sabemos que estamos sendo observados e julgados por tudo quanto é lugar. O que me assusta é uma comunidade como "Eu odeio segunda-feira" ter prejudicado uma das pessoas da matéria. Que hipocrisia. Qual o problema de odiar segundas-feiras? Vai dizer que todas as pessoas do mundo AMAM esse dia da semana? Pelo que eu saiba, o povo já começa odiando o domingo à noite. Ao invés de julgar as pessoas que têm coragem de expor quem realmente são na internet, deveriam desconfiar de quem só tem comunidades relacionadas à trabalho, organizações humanitárias e afins. Bom, pra facilitar quem um dia for me avaliar, aí vai meu Ranking Queimação! Algumas de minhas comunidades mais comprometedoras do orkut e suas respectivas descrições.


1- People Suck: nothin' better than a community for people who hate people... hey, i know! let's meet other people who hate people.

2- I don´t fit: You don't fit in the system. You don't fit in the society. You fit here.

3- Meu passado me condena: Sem comentários né??

4- Eu odeio acordar cedo: Para todos aqueles que acham que o dia só começa após o meio-dia (detalhe: maior comunidade do orkut).

5- Eu não faço média com ninguém: Comunidade criada para pessoas que O-D-E-I-A-M fazer média! Fazer algo que não quero só pra agradar alguém?!?! TÁ LOUCO?!?! E que por isso são frequentemente chamadas de anti-sociais, egocêntricas, ignorantes, individualistas, antipáticas...Afinal, nossa presença e bom humor não podem ser desperdiçados!

6-Tenho problemas com humanos: Esta comunidade foi criada por e para pessoas com dificuldades de se adequar ou mesmo entender o "sistema", ou a sociedade dita "normal", buscar reflexões a respeito do comportamento humano em questão e, talvez dar umas boas risadas com casos bizarros. Sejam todos muito bem-vindos.

7- Doohhhh! Fiz Besteira!: Quando nos damos conta é tarde demais: fizemos uma gigantesca cagada e tentar consertar só piora. Pode ficar a vontade aqui para contar as atitudes Homer Simpson que vc já protagonizou. Frases fora de contexto, esquecimentos, gafes, burrices e distrações são válidas para purificar todos esses traumas.

8- Eu odeio domingo a noite: Domingo de noite quando vc ouve aquela musiquinha do FANTÁSTICO acabando, aí vc quer ver sob nova direção, fica mudando de canal, mas soh encontra programas de futebol ai vc sabe que o final de semana ACABOU seus olhos se enchem de água e sabe que a semana eh braba com provas e trabalhos, coisa que vc nem estudo!! ou entao dias cansativos no escritório, relatórios pra entregar e etc..Então chega ahe, vamos contar nossas histórias!!!

9- A síndrome da pior reação: Para você que tem crise de riso em horas inapropriadas, ou qualquer reação contrária ao que se esperaria ter normalmente.

10- Eu não nasci pra ser adulto: Você não é + criança e ainda mora com os seus pais e come cereal? Vive assistindo seus desenhos favoritos quando criança? As vezes tem atitudes meio infantis? Não quer ir fazer tarefas de adulto tais como: Pagar o aluguel. Fazer o almoço. Ler jornal diariamente. Essa comunidade foi feita para você. Juntem-se a nós.

Bom gente, esse foi meu Ranking TOP 10. Aceito sugestões sobre a classificação dos ítens no nível "queimação". Eu não considerei as minhas supostas comunidades preconceituosas, como "Odeio playboys", "Odeio Micareta", "Vá pregar em outro lugar" e por aí vai. Espero que vocês compartilhem comigo as queimações de vocês.

Vamos todos nos queimar! Pela autenticidade do perfil digital! E pelo fim da hipocrisia!

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Orlan & Nós

Já falei um pouco sobre auto-imagem, no post Keep Cooler. Mas volto a lembrar o assunto, aproveitando a passagem da artista francesa Orlan, que deu palestra hoje no Museu de Arte Contemporânea em SP.

Quando a gente pensa em Orlan, lembra logo das intervenções em seu próprio corpo - tendo como a mais famosa performance (acredito eu) a "Reencarnação de St. Orlan" nos anos 90, em que eram transmitidas via satélite para diversas galerias de arte, as modificações feitas em seu rosto: chifre, implantes de queixos, bochechas e etc. Mas o que me chamou atenção hoje foi essa declaração da artista:

“Não estou nem aí com as imagens que produzi de mim mesma, porque não fui eu que escolhi o ponto de partida. Não escolhi meu nome, nem a cor da minha pele. Nós somos cidadãos do mundo, receptores de estímulos que vêm dos lugares mais diferentes, da televisão, da internet."

A princípio, mesmo com esse discurso "não tô nem aí", Orlan me passava um quê de narcisismo pelo fato de explorar sua imagem para fazer pensar. Mas o que ela disse é verdade. Não escolhemos nada sobre a nossa imagem, justamente um dos grandes dramas do homem. E é preciso total desprendimento e separação da mente & corpo para se conseguir extrair um olhar artístico de si mesma, e na maior parte das vezes, de forma chocante e precursora.


O que antes chocava, hoje parece banal. Ou melhor, é hit. Não falo das plásticas em si, que obviamente fazem sucesso - o Brasil por exemplo é o 2º no ranking mundial dos países que mais realizam intervenções estéticas, ficando atrás apenas dos EUA. Me refiro aos programas sobre o assunto que mostram tudo quanto é "tripa" e "agulhas", como o Dr. 90210, Na ponta do Bisturi, etc. O que será que nos facina nesse tipo de programa? Seria uma mistura de curiosidade, aflição, voyerismo, satisfação pelo "antes e depois" alheio? Porque a gente se interessa tanto pelo drama do outro?

O site da Orlan é muito legal, a trilha é MUITO BOA, e os links mais interessantes ainda. Vai lá.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Eba, mygazine!

Interessante.

Não teve tempo de comprar a sua revista preferida? Quer ler um monte de revista "importada"? No mygazines.com os usuários cadastrados fazem os uploads em flash e qualquer um pode ir até lá e, além de ler, dá pra dar zoom, copiar, comentar os arquivos preferidos e claro, fazer um arquivo pessoal com suas revistas e matérias favoritas. Tudo free.



O site tem um sistema de busca de artigos, tipos de conteúdo, ranking das matérias mais lidas, uma lista onde figuram os últimos uploads, e etc. Ah, quando eu acessei apareciam uma Veja e uma IstoÉ como últimos uploads de revista, hehe. Mas devem ter mais, ainda não deu tempo de fuçar em tudo.

Parece que as grandes editoras já estão querendo tirar o site do ar, então vai lá enquanto dá tempo!

É engraçado pensar no que vai dar tudo isso, mas seria bem melhor se a gente num futuro próximo tivesse acesso só a conteúdo digital. Quer dizer, um monte de gente ficaria sem emprego e tudo mais, mas é bem mais eco-friendly. Enfim, temos um looongo caminho pela frente para que exista essa adaptação.

Enquanto isso, por mais que esse site deixe de existir 100% free, é fato que outros surgirão e a coisa continuará acontecendo. Espero. Porque é um super conteúdo disponível para todos. Já viu o precinho de uma Vogue (sem ser a brasileira) aqui no Brasil? Na faixa de uns R$30,00. Sacanagem, né?

Burocracia nossa de cada dia

Voltei. Essas duas últimas semanas têm sido bem loucas. Claro que sabemos que tudo no mundo gira em torno de burocracia, mas aqui no Brasil isso é bem nítido. Tive que ir até o Rio pra tirar a segunda via do meu RG, porque este já tinha mais de 10 anos e poderia me causar problemas em relação a outras documentações que estou providenciando. Detalhe: O RG não deveria ser um número único e nacional, sem mudanças de um estado para o outro? Tudo bem, ir até o Rio não é nenhum sacrifício, o problema é que nem deu tempo de ir até a praia, e o tempo estava m.a.r.av.i.l.h.o.s.o.


Minha saga começou aqui em SP ainda, quando tive que pagar uma tal de taxa "Duda". Como é algo específico do Rio nenhum funcionário paulista sabia o que era e quase não consigo pagar. Nem preciso dizer que ao chegar no Detran do Rio tive uma série de problemas em relação a foto que eu havia levado, ao protocolo de retirada, etc. Tive que ir e voltar duas vezes pra descobrirem depois que eu estava certa e o funcionário novo havia me passado todas as informações erradas. Resultado: Perdi a manhã inteira, tive que ir até o cartório e providenciar uma procuração pra minha amiga retirar o documento pra mim. Ah, e ainda corro o risco do RG não ser aprovado, porque eu estava com um machucadinho em um dos dedos que prejudicou a retirada das minhas digitais. Uma funcionária bem mal-educada me ouviu conversando com outras pessoas sobre os benefícios Poupa Tempo em São Paulo (olha a situação) e sentindo seu ego-carioca ferido se intrometeu na conversa dizendo que o Poupa Tempo dava um monte de documento pra bandido, porque tudo aqui era muito fácil. Fiquei pensando, porque será que existe essa rixa histórica entre as duas cidades?


De fato, São Paulo movimenta o país, as coisas funcionam, a vida cultural é rica, as pessoas são mais cosmopolitas e consequentemente ligadas ao que acontece no resto do mundo. Em contrapartida, acho que os cariocas são mais felizes. Também têm vida cultural, não sofrem o mesmo caos do trâsito que nós, existem as praias e as paisagens maravilhosas - mas em compensação existe o problema da violência.

Peguei a ponte aérea de volta às 8:45h da manhã. Quando o vôo decolou do Santos Dummont, pude ver aquele marzão brilhante, a ponte Rio-Niterói, o Pão-de-Açúcar, Marina da Glória...Em seguida Leme, Copacabana e seu forte, Arpoador e Ipanema, Leblon... É sempre um momento de contemplação e tristeza, por já estar indo embora. Acho que qualquer um que nunca tenha morado no Rio deve sentir pelo menos um pouquinho de tristeza ao ir embora e entender porque o carioca é mais feliz. Porque a natureza e o cenário urbano está em quase perfeita harmonia com seus cidadãos. Mesmo as favelas fazem parte desse contexto.

Coincidentemente, havia comprado uma revista Bravo! e me chamou a atenção uma reportagem sobre o artista dinamarquês Olafur Eliasson, que colocou cachoeiras no centro de Nova York e chegou a tingir de verde um rio em Estocolmo com o intuito de fazer com que as pessoas voltem a tomar consciência do espaço onde vivem, justamente os grandes cenários urbanos. Os organizadores da mostra de Nova York, que vai até 13 de outubro, realizam passeios de barco e bicicleta para que as pessoas possam interagir com a obra. Uma das cachoeiras fica embaixo da ponte do Brooklin.
Claro que existem outros artistas fazendo coisas parecidas por aqui, talvez não de maneira tão ousada. Mas seria bem interessante se São Paulo contasse com alguma "intervenção" de Olafur.